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Monumentos
planta rectangular. A Porta Sul é um simples arco moldurado de médio ponto, rodeado por um "alfiz"; a ambos lados se repite o escudo do Duque de Béjar. Pode datar-se entre os séculos XV e XVI. O seu elemento mais destacado é o retábulo maior; único que se conserva. A sua arquitectura, de elegante traça renascentista (século XVI), consiste em três corpos distribuidos em três ruas e duas entreruas, alternando a escultura com a pintura sobre tábua; se bem predomina a pintura. A sua iconografia representa dois ciclos; um principal onde se conta a vida de Cristo e otro secundário com o martírio da santa titular do templo. Na actualidade, é Auditório Municipal.
Consta de dois prédios, um deles de nova construção (1995) e outro, reformado no ano 2000, no qual estão situadas as Termas Romanas. Termas Romanas O prédio do Antigo Balneário data da ampliação efectuada entre finais do século XIX e inícios do XX, cujos planos assina Santiago Madrigal Rodríguez, arquitecto de Salamanca. A fachada principal, de estilo ecléctico. A porta principal tem um remate con o título de 'Balneário' enfeitado com uma grinalda. Juntam-se ao corpo principal outras duas ampliações com fachadas diferenciadas. Rodeando o prédio há um jardím fechado com uma magnífica grade em cuja porta principal se pode ler a data de 1884. Conserva no seu intérior restos das termas romanas: un espaço de planta circular, com oito metros de diâmetro, coberto por uma abóbada semiesférica com iluminação zenital. Neste espaço se abriam quatro cavidades ou fórnices onde se encontram banheiras de forma oval talhadas em granito. Sofreu alterações por causa das sucessivas reformas ao longe dos séculos, das que conserva as traças do prédio que no século XVII mandou levantar o bispo de Coria, Don Juan de Porras e Atienza. A propriedade do Balneário pertence aos vizinhos desta povoação. Foi declarado Bem de Interesse Cultural em 1995. Pode-se visitar em período de abertura as quartas e sábados às 20 horas. São grandes casas construidas com alvenaria e silhares. Nas suas fachadas, a distribuição de ocos é regular e simétrica respecto de um eixo central, marcado pela porta de acesso e uma varanda. Às vezes a varanda ocupa todo o largo da fachada e normalmente se apoia sobre modilhões de granito. Algumas fachadas conservam elementos heráldicos ou inscrições de tipo religioso. Unido ao sucesso do turismo termal a finais do século XIX e inícios do XX, surge este tipo de edificações que, maioritariamente, se utiliza como residência de verão de famílias adinheiradas de zonas urbanas pertas. O Modernismo e o Eclecticismo historicista dominam na arquitectura espanhola. E aqui a pequena burguesia copia os modelos vistos nas suas viagens às grandes cidades ou durante as suas férias nas praias de moda. São residências com jardim, onde o principal é a fachada. Tem-se especial cuidado no seu enfeite, procurando efeitos chamativos. |
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